segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Quando eu penso sobre mim mesma


Felizmente, as conclusões melhoram.
O que vejo aqui acontecendo comigo, além de um saudosismo (inevitável) que procuro vencer, é também crescimento. Não poderia haver presente melhor que esse. Quantas pessoas conheço que levam a vida dentro da zona de conforto, felizes sim, mas sem desafios e por isso sem muita evolução também. Não têm (ou não tiveram) a oportunidade de conhecer e desenvolver seu lado forte, não conhecem a dor do desamparo, o vazio que impulsiona a construir e melhorar. E por isso também não encontraram mais possibilidades e mais descobertas.
Depois de oito meses definitivamente já não sou mais a mesma. e também não levarei a vida como pensei que o faria, há um ou dois anos atrás. Só consigo sentir que ganhei com isso. Só consigo ver que as coisas podem ser beeeeemmm melhores. E não espero mais da vida as mesmas coisas. Porque aprendi a esperar mais de mim mesma do que dos outros ou das circusntâncias. Aprendi a confiar em mim, a contar comigo mesma. Descobri a alavanca que me impulsiona em direção aos objetivos (dos mais banais aos mais complexos), ou simplesmente que me mantém forte nas durezas da vida, tão difíceis quanto necessárias. Essa alavanca sou eu.
Essa descoberta me colocou anos-luz à frente do que eu era. Por si só, ela já valeu todo o esforço até aqui...

"Todas as grandes tentavias são arriscadas, e é verdadeiro o provérbio segundo o qual aquilo que vale a pena nunca é fácil." Platão

3 comentários:

.Ná. disse...

Aqui era segunda ainda. Mas agora já foi...
Saudade de você, e de mim! rsrs
Bjos

marcinha disse...

TE AMO cada dia mais!
mamys...

*Ná* disse...

Agora eu li... e tô contigo, menina.. é assim mesmo. A gente não tem que esperar da vida, tem que saber que a força e o impulso tá dentro de nós!
Bjos