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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Facebook

Minha saída acontecerá em breve.
Abri aquele Facebook agora pela manhã.
E nada de novo havia, como sempre.
Na escala decrescente da qualidade do que se lê e vê naquela página de atualizações: correntes estúpidas, afirmações idiotas, auto-ajuda cibernética, comentários absolutamente desnecessários (o que fiz, comi, vi, o que me impressionou, o que me emputeceu...). E por fim, fotos que se exibem sem pedir licença. Conteúdo que eu não gostaria de ter visto, jamais. Coisas inúteis que se amontoam na minha tela, que nada acrescentam de bom.

E depois se reclama de falta de tempo para o que é importante...

Além do mais, ninguém quer "compartilhar" nada. Só o que querem é um exercício narcisístico de afirmarem o que têm feito, passado, lido, sentido. Só o que esperam é ter seu comentário comentado por alguém. O ápice da solidão e da carência modernas.
Me mantive nessa rede com o propósito de manter contato, principalmente, com quem está longe.
Mas o email ainda existe e persiste, firme e absoluto. Aquele com "De" e "Para", bem definidos, pessoais e intransferíveis.
Essa mecânica atual de "relacionamentos", essa rede "social" não me serve.
E assim será pra mim.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

se existe um fim

Olhei pela janela do quarto andar ontem e me senti mal.
O céu, famoso por abrigar tantas coisas, de deuses a satélites, mostrava algo medonho.
Aconteceu.
Não era a cauda flamejante de um meteoro, nem luzes de discos voadores, nem anjos com suas trombetas e bundas de fora, nem aviões, nem o exército, nem o salvador, nem o ditador.
Se há um fim, me certifico de que será a simples impossibilidade biológica de existir.
O azul tinha virado cinza.
Meu deus, aconteceu.
O ar virou veneno.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

as vantagens em ser idiota

Argumento do vizinho vendendo um lote repleto de árvores nativas:
"Aqui não é zona rural não, pode derrubar o quanto você quiser."
Vimos depois que foi isso que ele fez com o lote dele.
Virou um "morro do careca", onde o sol frita o chão vermelho, com vista pra estrada (e a estrada com vista pra ele, lógico). E achou vantagem.

Enquanto isso, eu fico aqui juntando mudinhas, sementes, enchendo vasinhos de esperança, pra fazer da minha nova casa um matão, um jardim tropical exuberante.

E pra quê o cara vem morar no mato se ele curte mesmo é um chão azulejado?


Aí vem a conversa com o embalador do supermercado:

"Não precisa de sacola, moço, eu trouxe as minhas, pode colocar tudo aí."
"Quê? Aproveita as de plástico, viu? Vai acabar em fevereiro. Até as biodegradáveis foram proibidas."
Como assim "aproveita"? Porque brasileiro acha que sacola é brinde? Desde quando é bom? Bom pra quem?

Enquanto isso, eu fico aqui carregando, sem esforço algum, sacolinhas de pano que dobro pequenininhas e levo na bolsa e no porta-malas do carro.


Conversa com um conhecido aqui em casa:
"Pra quê vocês juntam as garrafas?" (quando viu garrafas de vidro, pet e papel separados)
"A gente separa o lixo reciclável e quando vamos a BH, deixamos coleta seletiva"
"Mas ganha alguma coisa?"
...
Fiquei alguns segundos sem conseguir responder.
Pensei nos milhares de significados para a expressão "ganhar alguma coisa com isso".
Cheguei à conclusão que o que ele queria dizer era "levar vantagem".
Acabei respondendo que não.
Ele fez aquela cara de que não entendeu meus motivos pra perder tempo com algo que não resulta em "vantagem" nenhuma.
Enquanto isso, ajo sem almejar levar vantagem.
Me sinto extremamente bem em fazer as coisas do jeito certo - pensando num bem maior, a longo prazo, etc.

Então. Qual a vantagem em ser um idiota?
Certamente, a alienação e a burrice devem ser libertadoras.
Não há que se preocupar com nada além do próprio umbigo!

Deve ser isso.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

toda goiaba tem seu bicho

O remedinho tem sido ótimo.
À noite durmo como um bebê.
E durante o dia, fico tão chata quanto um.



Três vivas para a benzodiazepina.
Benzodeus!

domingo, 21 de novembro de 2010

tensa, eu?

Bizarrices da minha cabeça...
Já é a segunda vez que acordo no meio da madrugada com a minha cabeça tentando, à minha revelia resolver uma fórmula de química.
Tipo aqueles pesadelos meio dormindo meio acordado.
Tento voltar a dormir.
"Mas e o balanceamento? E a H2O? Onde coloco?
Por que estou tentando resolver isso agora? Por que agora?"
Madrugada passada, além da química, sonhei que minha nota de redação tinha sido 7,11.
G-sus, que medo.
Pra fechar com chave de ouro, sonhei que estava atrasada pra ir a um casamento, já toda vestida num tubinho preto lindo, calçando tênis e meia, em pleno shopping, tentando achar uma sandália que combinasse. A vendedora sugeriu que comprasse outra roupa pra combinar com as sandálias que ela tinha lá.
...
Louca, eu?
Que isso, gente. Que isso.

Ainda estou tentando relaxar. Eu chego lá.
Sugestões? Mandingas?

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Garotas superpoderosas?!?!?!?

Olha, eu nem deveria comentar o comentário.
Mas não dá, sabe.
Meu post anterior recebeu um comentário escrito em português brucutu: "ao menos mulheres deveriam votar para mulheres". O(a) autor(a) assina "alfacinha".

Pára tu-do! Gente, será???

Neste post aqui insinuei sobre a sra PT e um pé de alface.
SERÁ??????

Acho que jamais saberemos.

Apelidos e carapuças à parte...


Será que estamos condenados a esse ostracismo eterno?
Mulheres votam em mulheres. Pobre vota em pobre. Rico vota em rico. Boi vota em boi, galinha em galinha. Atleticanos em atleticanos. Zona sul em zona sul.

E por aí vai.

Esse simplismo bairrista, esse classismo barato, esse feminismo de quinta categoria é
contra-produtivo, peloamordejesuscristinho!

NINGUÉM me convence que ela vai fazer um governo de acordo com minhas aspirações baseado no fato de que ela conhece na pele o que é menstruar, parir, o calvário da cêra depilatória e possuir peitos.
São essas as demandas pra ser o representante do seu país?????

Fala sério colega verdurinha!


Estamos andando pra trás a passos beeeem largos, não?


Pensando bem, se for assim...
ONDE ESTÁ a SHE-RA???

Ela sempre foi minha ídola! A garota é linda, tem superpoderes, é de boa família, inteligente, adepta das boas causas, defensora dos mais fracos, ama a natureza e ainda namora aquele bonitão.


QUEM PRECISA DA DILMA se podemos ter SHE-RA????


Aff. Meus sais!

domingo, 17 de outubro de 2010

vale só lembrar...

Que junto com cebola crua, horário eleitoral, pessoas que falam " vou estar fazendo", vuvuzelas, praia suja e sertanejo...
HORÁRIO DE VERÃO É O TOP DO Ó DO BOROGODÓ!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

sejamos prudentes

eu ia escrever no site da universidade pra reclamar que ainda não publicaram o edital do vestibular.
E era pra ter sido publicado há dias. Absurdo, falta de respeito e etc.
Mas achei que não ia conseguir ser amena e resolvi que melhor não.
E vai que eles guardam meu nome...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

lógica

Assim. Se não quero consertar o que está errado, finjo estar tudo certo.
Ah, entendi.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

calendário luliano

Sim, semana passada eu vi na Globonews.
A repórter tava dizendo que o presidente (aquele...) irá acompanhar de perto pra que não aconteça em 2010 a farra das horas extras no congresso como foi em 2009.
Aí logo em seguida ela disse que ele iria se reunir com xyzabcd na terça-feira, quando os deputados e congressistas voltariam ao trabalho.
Entendeu?
Logo depois passou uma reportagem dizendo sobre o aumento pornográfico de impostos sobre efgh no ano passado.
Conclusão?
A gente tem que ralar muito pra pagar as horas extras da moçada, uma vez que os dias úteis deles vão de terça a quinta. E olhe lá.
Assim até eu que sou mais besta...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

a idade das calças

Olha, hoje estava tão calor, mas tão insuportavelmente alto forno mode on, que comecei a delirar.
...
Imaginei que daqui a alguns poucos anos os professores ensinarão nas aulas de geografia que nesta década atual as pessoas ainda saíam de casa usando calças em pleno verão, que essa ainda era a época das calças, dos ternos e afins, que ainda era comum o sacrifício de usar tais vestimentas.

Acho que vai acontecer da mesma forma que se deu com os espartilhos, as ciroulas, os vestidões armados, as toucas pra dormir e as peruconas brancas.
Falta pouco (na verdade tá quase!) pra chegar o dia em que se tornará tarefa impossível trajar calças nesse calor insano.
Assim, não vai ter mais sentido, entende?

Por isso começo já a trocar meu guarda-roupa. Corto as pernas das calças, moleton vai virar flanela de tirar pó, meias pra quê?

Eu estava de calça jeans e regata enquanto tentava, meio zonza, dirigir.
Mas eu juro, eu sentia como se vestisse moleton e pantufas enquanto tomava uma canja quente.

Pode ir anotando aí que você vai contar ao seu neto, diante dos olhos esbugalhados dele que na sua época você ia trabalhar de calças.
E que terno na versão shortinho era coisa i-ni-ma-gi-ná-vel.



Me abana!

domingo, 6 de dezembro de 2009

que país é este? é a p... do Brasil

Nenhuma outra palavra do nosso dicionário esteve tão em baixa quanto a palavra absurdo. Assim como qualquer outra que se menciona em demasia, ela soa, sei lá, desbotada, sem impacto, insosa.
Então, não vamos falar em absurdo. Vamos falar em esdrúxulo. Pra mim essa soa mal, muito mal, soa tambem vergonhoso, horrendo, nojento.
Isso eu me pergunto após os tais vídeos, em qualidade HD diga-se de passagem, daqueles senhores arrecadando (?) todo aquele dinheiro, se absurdo é suficiente pra qualificar o que se passa na nossa realidade. Absurdo virou uma palavra fraquinha, debilitada no Brasil, de tanto que a gente a utiliza corriqueiramente.
Mas corrupção é uma outra desconfortável de se ouvir, ainda mais sabendo quem trabalhou pra gerar aqueles bolos gordos de notas nas mãos daqueles senhores. Porque é para as mãos deles que o nosso esforço vai.
Piora o desconforto sabendo quantos meses o brasileiro trabalha em média pra pagar impostos europeus e ter que se virar pra viver no terceiro mundo.
Sim, terceiro mundo, é onde posiciono o Brasil, nos meus conceitos. Pois não adianta nossa economia despontar, nossa indústria ser forte, nossas exportações se espalharem mundo afora, nosso PIB aumentar, o pré sal... e tudo mais. Terceiro mundo é onde o interesse da tirania política sobrepõe o respeito a população. Então nessas horas eu me sinto sim, no terceiro mundo. E ponto final. Pesquisa nenhuma me convence do contrário.
Porque no terceiro mundo, é salve-se quem puder. E aqui no terceiro mundo, a gente tem que se virar pra nos proporcionarmos o que aquela grana deveria nos proporcionar. Então, sorte de quem pode pagar o que o governo nåo nos dá de volta em troca pelos impostos que pagamos. Sorte de quem pode viver com alguma segurança, sorte poder pagar plano de saúde e educação de qualidade, sorte poder morar em rua asfaltada ou em bairro com saneamento.
Aqui no terceiro mundo, eu me sinto largada à minha própria sorte.


E sabe, depois de termos aquela cena invadindo nossa televisão e ceifando o que resta da nossa confiança, temos aquela amarga e nítida sensação de que vai dar em NADA, que daqui a pouco já se esqueceu a respeito, ou que o escandalo será sobreposto por outro ainda pior.
Aqui, no terceiro mundo, tudo que o governo tem a nos dizer, figura numa grande piada de mal gosto.
Votei nulo nas ultimas eleições, e claro, fui criticada. Me disseram que quem não participa nåo pode reclamar depois (como se fosse vantagem ou se adiantasse), entornaram nos meus ouvidos uma lorota qualquer de que o voto é o poder do povo...
Mas não nesse país, certo, companheiro?

Pra mim a equação é simples. Quem não respeita meu trabalho não merece meu voto.
E passados esses anos, vejo, entristecida, que não me arrependo dos votos anulados.
Porque eu continuo não concordando em sustentar bandido. Nem os do presídio, nem os do planalto.
Eu tenho vergonha desse país.

(...) sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição
mas todos acreditam no futuro da nação.
Que país é este? (...)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Olha as minhas fotos

Eu já queria escrever esse post há vários dias. Mas bastou uma passeada pelas atualizações dos meus amigos no Orkut pra que eu me decidisse.
De todas as invenções modernas, a que mais me irrita é a fotografia digital. Não é nostalgia barata por causa do filme, nem por causa do "clique" que as máquinas convencionais faziam. Até porque o maldito filme era caro pra revelar e eu odiava esperar pra ficar pronto, ir buscar, etc. Mas sabe o que me irrita, de verdade? É que o descompromisso de desperdiçar uma foto no filme faz com que as pessoas tirem foto de tudo, o tempo todo!
Nunca reparou? Então comece. Pegue o Orkut ou o Flickr de qualquer um dos seus amigos. Te garanto que 90% deles vão ter lá fotos de tudo. Da comida que comeram no restaurante fim-de-semana passado, dos próprios pés, de qualquer coisa estranha que viram na rua, de ingressos de show, da própria cama bagunçada, do ultra-som do bebê, do copo de cerveja... e claro... 2.598.952 fotos de si mesmo (aquelas clássicas no espelho, que se tira 125 até escolher a melhor pose, a que não entrega o nariz grande ou as olheiras).
Devo confessar que eu também já fui assim, já sofri disso. Mas ó, cansei, viu?
Banalizou total, ficou chato, patológico. Sabe porque? Às vezes me dá a impressão de que as pessoas vivem hoje pra tirar foto pra colocar nos orkut da vida. Elas ajuntam os amigos, viajam, sentam pra almoçar ou beber, se arrumam... tudo pra tirar foto. E se a maquiagem ficou boa, o cabelo tava bom então, aff! Nem fala! Dá-lhe foto no espelho!
Não importa quando ou onde. Vai ter sempre alguém que vai sacar o celular ou a câmera pra fotografar aqueles momentos que deveriam ser autênticos... Parece que tudo é cenário pra foto perfeita, aquela que vai mostrar no Orkut que você tá bem, num lugar bacana, rodeado de pessoas felizes e se divertindo.
Essa facilidade high-tech não seria pra tornar as fotos menos "pose", mais espontâneas? Mas não, acontece o contrário. As fotos ultimamente se parecem, as poses se parecem. Me impressiona como todo mundo já tá ensaiado pra ficar bem na foto.
Outra coisa são as fotos de viagens. Ando ultimamente tirando o mínimo possível, só quando acho que realmente vale a pena. E juro, não me arrependi ainda, tipo "deveria ter tirado mais, que pena". Se não tem aquele monte absurdo de fotos, significa que você não viu,não curtiu?
Quando vejo as 350 fotos de viagens desses maníacos-fotográficos, fico me segurando pra não perguntar: "Mas você conseguiu aproveitar mesmo? Você realmente viu esse lugar? Porque me parece que você foi lá só pra tirar foto."

Ultimamente, naquelas ocasiões em que todo mundo tá lá numa boa e de repente aparece a figura: "Junta aê, gente, vamo tirar uma foto!", ando com vontade de tomar a máquina da mão da pessoa e jogar longe!
Sei lá, cara, vive o momento. Dá um descanso, vai. A sua vida pessoal não é novela. Ninguém quer te acompanhar assim não.

Tenho um desafio:
Quando você tiver num lugar muito legal, se divertindo muito, quando tudo aquilo for o cenário perfeito pra uma foto... Não tire foto nenhuma. Viva o momento.

Vira essa câmera pra lá.

Nat

domingo, 9 de agosto de 2009

compro

Algumas coisas deviam sim ter preço.
Porque mesmo que alto, eu usaria meu Mastercard e tava resolvido
.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

a little less conversation

Eu vou me juntar ao grupo daqueles que observam mais que falam. Juro que vou tentar.
Porque ha coisas na vida que vem mesmo a calhar pra que todo mundo tire da gaveta as filosofias que dao solucao pra tudo.
Mas sim, aquele grupo pelo menos nao se desgasta tanto.
Estatísticas provam.


E tenho dito.

reza a cartilha dos infernos

Hoje chegou um email de uma fulana que senta na cabeca meia duzia de coitados la no hotel dizendo que era pra todos se lembrarem de sempre carregar consigo o livrinho do " credo". Os senhores da picagrossa la de Singapura devem estar fiscalizando o hotel nessa semana e por isso querem saber se ta todo mundo craque no catecismo.

Deviam mesmo vir aqui na minha masmorra, passar um dia respirando carpete sujo com odores de estacionamento que vem pelo ar condicionado, enquanto arrotam um servico cinco estrelas.

Sim, mas o livrinho... Uma praga do apocalipse, na figura de uma brochura de bolso, onde se estabelece a (va) filosofia de um mundinho ridiculo e desimportante chamado: hoteis de rede. Eles ate colocam em topicos, pra ficar facinho de decorar. Nele hospede eh a figura maxima do momento e merece toda a sua atencao e devocao...

Gente, me poupem...

Ninguem mandou voce se formar em turismo. Agora fica ai furando o livrinho com a caneta, igual vudu, enquanto le artigos sobre Freud na net depois que a supervisora foram embora.

E escreve no blog, porque alguém precisa ouvir suas reclamacoes.


Ps: esse post nao tem acento mesmo. O computador daqui e burro e nao sabe portugues.



quarta-feira, 15 de julho de 2009

A soma dos fatores

Situação equacional atual

Colegas de trabalho mal-amadas
Colegas de trabalho mal-amadas + excesso de trabalho
Colegas de trabalho mal-amadas + excesso de trabalho + plantão de vendas até 10 da noite
_________________________________________
= Minha vida está um inferno com upgrade

Some o resultado a:

Nada que planejei fazer essa semana deu certo
Sem tempo pra fazer as unhas, há mais de uma semana
A casa está um pandemônio
Os hóspedes chegam amanhã, mas ainda não arranjei cama pra eles dormirem, coitados
TPM com bônus extra
Tá frio demais, não estou com vontade de fazer nada que me exija pôr meu nariz pra fora de casa
__________________________________
= Se piorar eu surto

Nat

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Aqui

Já me preguntaram se parei de escrever de vez aqui. Não, não parei. E tem um bocado de coisa acontecendo. Faria uma lista, mas o tempo anda curto.

Tenho uns trecos pra resolver/fazer/procurar saber/pensar, além de (argh) mais trabalho que o normal.

Entedeu, né?
Isso, que bom. Adoro gente esperta, que capta a mensagem com facilidade.

Nat

sábado, 4 de julho de 2009

Roxa




De saudade.
E nada mais a declarar.

terça-feira, 31 de março de 2009

Essa tal ansiedade


Poisintão
Quem quer que seja o engraçadinho que inventou isso
Podia bem parar por aí!
Eu tô que não me aguento
Antes eu não acreditava que essa semana ia chegar
Mas porque tava longe, muito longe
Agora ainda não acredito, mas porque chegou
Finalmente chegou
E agora tenho dor de barriga
É a coisa mais amena que estou sentindo
No meio dessa (palhaçada) ansiedade toda
Não, eu não me divirto com isso
Eu odeio muito tudo isso
Eu só queria ser mais normal
Existe ansiedade normal?
Alguém me empresta, por favor?
Agradeço desde já

Nat